Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador ansiedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ansiedade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

...Será? ...


A porta do lado

Em entrevista dada pelo médico Dráuzio Varella, disse ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.
E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida da gente…
É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping).
Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.
Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior.
Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.
Será que nada dá errado pra eles?
Dá aos montes. Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.
O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote.
Que “audácia” contrariá-los!
São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga e não deixam barato.
Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente. O mundo versus eles.
Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também.
É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemas podem ser resolvidos assim, rapidinho.
Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato.
Eu ando deixando de graça…
Pra ser sincero, vinte e quatro horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.
Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem;
pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia.
Então eu uso a “porta do lado” e vou tratar do que é importante de fato.
“Eis a chave do mistério, … a FÓRMULA DA FELICIDADE…o ELIXIR DO BOM-HUMOR, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado.”
Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, NÃO ESTRAGUE O SEU DIA…USE A PORTA DO LADO…e mantenha a sua harmonia.
Lembre-se, o humor é contagiante – para o bem e para o mal – portanto, sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.
A “Porta do lado” pode ser uma boa entrada ou uma boa saída…
Experimente!


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

ResPIRANDO ...


Quando você começar a relaxar, comece a partir da circunferência – que é onde estamos. Podemos começar apenas a partir de onde estamos... 
Relaxe a circunferência do seu ser – relaxe o corpo, relaxe o comportamento, relaxe seus atos. Caminhe de uma forma descontraída, coma de uma forma relaxada, ao falar, ao ouvir, faça de uma forma descontraída. Devagar a cada processo. Não fique agitado e não tenha pressa. Mova como se toda a eternidade estivesse disponível para você – na verdade, ela está disponível para você. Nós sempre estivemos aqui e vamos estar aqui sempre. As formas continuam mudando, mas não as substâncias, os conteúdos. O vestuário continua mudando, mas não a alma.
O primeiro passo no relaxamento é relaxar o corpo. E você vai se surpreender que, se você se aproximar de qualquer parte do seu corpo, ele escuta, ele o segue – é o seu corpo! Com os olhos fechados, vá para dentro do corpo do dedão do pé à cabeça procurando por qualquer lugar onde há uma tensão. E, em seguida, fale com aquela parte como se você falasse com um amigo. Crie um diálogo entre você e seu corpo. Diga-lhe para relaxar, e diga-lhe: 
"Não há nada a temer, não tenha medo, eu estou aqui para cuidar disso, pode relaxar". 
E, pouco a pouco, você vai aprender o jeito de fazer isto. 
(OSHO)



sexta-feira, 21 de julho de 2017

...meditAÇÃO ...


Sara Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reivindicações a respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testá-los com o uso de tomógrafos computadorizados. O que ela encontrou a surpreendeu – que a meditação pode, literalmente, mudar seu cérebro.
Ela explica:
Porque você começou a prestar atenção para a meditação, atenção plena e o cérebro?
- Eu e uma amiga estávamos treinando para a maratona de Boston. Tive algumas lesões por esforço e procurei um fisioterapeuta, que me disse para parar de correr e apenas fazer alongamentos. Então comecei a praticar ioga como forma de fisioterapia. Percebi que era muito poderoso, que eu tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como funcionava.
A professora de ioga usou de vários argumentos, dizendo que a ioga iria aumentar a compaixão e abrir o coração. E eu pensei: “ok, ok, ok, estou aqui para alongar”.
Mas comecei a perceber que eu estava mais calma. Estava mais apta a lidar com situações mais difíceis. Estava mais compassiva e com o coração mais aberto, e capaz de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros.
Pensei, talvez fosse apenas uma resposta placebo. Mas então fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência, e vi evidências de que a meditação havia sido associada à diminuição do estresse, da depressão, ansiedade, dor e insônia, e ao aumento da qualidade de vida.
A essa altura, estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então simplesmente resolvi mudar e comecei a fazer essa pesquisa como um pós- doutorado.
Como você fez essa pesquisa?
- O primeiro estudo avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobrimos que os meditadores de longa data tem a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o sensorial. O que faz sentido. Quando você tem atenção plena, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente, e fechando as portas da cognição. É lógico que seus sentidos sejam ampliados.
Também descobrimos que eles tem mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e a tomada de decisões administrativas.
Já está provado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil entender as coisas e se lembrar das coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.
Então a primeira pergunta foi, bem, talvez as pessoas com mais massa cinzenta no estudo já tivessem mais massa cinzenta antes de terem começado a meditar.
Então fizemos um segundo estudo.
Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e colocamos um grupo deles em um programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.
O que você descobriu?
Descobrimos diferenças no volume do cérebro depois de oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos um aumento do volume em quatro regiões:
A diferença principal encontramos no giro cingulado posterior, o qual está relacionado às lembranças e auto- regulação.
O hipocampo da esquerda, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
A junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão.
Uma área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.
A amigdala, a parte do cérebro responsável pelo instinto de ataque ou fuga, e que é importante nos aspectos da ansiedade, medo e estresse em geral. Essa área ficou menor no grupo que participou do programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.
A alteração na amigdala também foi associada a uma redução nos níveis de estresse.
Então por quanto tempo alguém precisa meditar até que comece a ver mudanças no seu cérebro?
Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas. Em um programa de atenção plena com foco na redução de estresse, nossos pesquisados participaram de uma aula por semana. Eles receberam uma gravação e foram solicitados a praticar por 40 minutos por dia em casa. E foi assim.
Então, 40 minutos por dia?
Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticaram 40 minutos todos os dias. Algumas praticaram menos. Algumas apenas umas duas vezes na semana.
No meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou em torno de meia hora por dia.
Ainda não existem dados suficientes sobre quanto alguém precise praticar para se beneficiar.
Professores de meditação lhe dirão, apesar de não existir absolutamente nenhuma base científica para isso, que comentários de estudantes sugerem que 10 minutos por dia podem trazer benefícios subjetivos. Ainda precisamos testar.
Nós estamos apenas começando um estudo que, com grande esperança, nos permitirá acessar quais são os significados funcionais dessas mudanças. Estudos de outros cientistas mostraram que a meditação pode melhorar a atenção e a habilidade de regular a emoção. Mas a maioria dos estudos não foi com neuroimagens. Então agora estamos esperançosos em trazer o aspecto comportamental e a ciência da neuroimagem para trabalharem juntos.
A partir do que já sabemos da ciência, o que você encorajaria os leitores a fazer?
Atenção plena é similar a um exercício. É uma forma de exercício mental, na realidade. E assim como o exercício melhora a saúde, nos ajuda a administrar melhor o estresse e promove longevidade, a meditação se propõe a partilhar alguns desses mesmos benefícios.
Mas, assim como o exercício, não pode curar tudo. Então, a ideia é de ser útil como uma terapia de apoio. Não é uma coisa em separado. Já foi usado com muitos outros distúrbios e os resultados variam tremendamente – impactam alguns sintomas, mas não todos.  Os resultados são às vezes modestos. E não funciona para todos.
Ainda está muito cedo para se tentar concluir o que a meditação pode ou não fazer.
Então, sabendo-se das limitações, o que você sugeriria?
- Lazar: Parece sim ser benéfico para a maioria das pessoas. A coisa mais importante, se você for tentar fazer, é encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também é complexo. Você precisa entender o que está acontecendo na sua mente. Um bom professor não tem preço.
Você medita? E você tem um professor?
Sim e sim.
Que diferença fez em sua vida?
Tenho feito isso por 20 anos, então tem uma influência profunda em minha vida. Dá muito “chão” (ancoragem). Reduz o estresse.  Me ajuda a pensar mais claramente. É maravilhoso para interações interpessoais. Tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.
Qual a sua prática pessoal?
Altamente variável. Alguns dias pratico 40 minutos. Alguns dias cinco minutos.  Alguns dias não pratico nada. É muito parecido com exercício. Exercitar-se três vezes por semana é maravilhoso. Mas se tudo o que você pode fazer é se exercitar um pouquinho todos os dias, isso também é uma coisa boa. Tenho certeza de que se praticasse mais me beneficiaria mais. Não tenho ideia se estou tendo mudanças no meu cérebro ou não.  E é isso que funciona para mim nesse momento.

Texto original: Brigid Schulte - Tradução: Joann Schaly

terça-feira, 30 de maio de 2017

... respirando ...


SAIBA MANEIRAS SIMPLES DE COMO ENSINAR O FILHO
A TER PACIÊNCIA
 Psicologias do Brasil

A frase “paciência é uma virtude” vem se tornando cada vez mais verdadeira nos últimos tempos. Com o advento da tecnologia, a internet e a rápida troca de informações por meio dela, fica cada vez mais evidente que uma pessoa paciente consegue se relacionar melhor, não apenas com outras pessoas, mas também com as adversidades do dia a dia.
Adultos são geralmente apressados: seja em uma fila de supermercado, seja em um semáforo, ou até mesmo na espera de carregamento de uma página de internet, esse comportamento apressado pode gerar um nervosismo mais sensível.
E, para os pais de crianças pequenas, é importante que eles percebam que tal comportamento pode estar sendo assistindo, e imitado, por seus filhos.
Sem a necessidade de referências, muitas crianças já demonstram impaciência em alguns atos. Encaixar um brinquedo, remover uma peça de roupa, conseguir alcançar algo, entre muitas outras ações.
Com a idade, a criança começa a ter acesso a sistemas, situações e funcionamento mais complexos, como jogos com regras mais rígidas, filas de espera em consultórios médicos ou supermercados, distância para chegar em um lugar ou tempo para chegar em uma data.
A falta de paciência pode gerar uma ansiedade que afete a criança naquele momento e também em situações futuras, assim como noutras áreas, como o desempenho escolar. Um estudo realizado pela Universidade de Stanford apontou que crianças com um comportamento mais paciente tiveram desempenhos melhores que crianças mais ansiosas.
O experimento consistia em um adulto oferecer um doce para uma criança em uma sala e informar que ela poderia comer imediatamente ou esperar para quando o adulto retornasse àquela sala. Às crianças que esperassem, seria dado um doce adicional, cerca de vinte minutos depois do retorno do adulto. Depois de anos, quando essas crianças completaram a maioridade, foi atestado que as crianças com mais paciência tiveram resultados ligeiramente melhores em testes de admissão universitária.
A paciência, no entanto, pode ser cultivada e praticada pela criança, para que ela se torne um adulto menos ansioso. Algumas muitas práticas permitem que essa “virtude” seja melhor compreendida pela criança em alguns atos e situações comuns a ela.
Um desses é o próprio exemplo. Se os pais tratam as situações com impaciência, é muito possível que a criança adote este comportamento como referência. Na espera por algo, como um fila, é possível mostrar que aquela ocasião requer tempo e espera para que algo seja feito ou conseguido. Se os adultos mostram inquietação e nervosismo com isso, a criança pode aprender que filas atrapalham, ao invés de serem organizadoras de algo. Os pais ainda podem tentar minimizar essa sensação de espera com distrações, como uma conversa, jogos rápidos como adivinhações, leituras, simples ou passatempos diversos.
Uma repreensão também é um grande exemplo de tolerância e paciência. Se, ao encontrar a criança riscando a parede, os pais simplesmente a repreendem, sem qualquer explicação, há grandes chances da criança assim agir quando, por exemplo, um colega de escola usar um material do filho, como lápis ou folhas. 
Isso não significa que a repreensão não deve existir, mas, sim, que deve acontecer com paciência, atenção e esclarecimento, como, explicar o porquê de não se poder riscar uma parede. Adicional a isso, os pais podem mostrar como limpar a parede e, se for o caso, até ajuda-lo com isso.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

... nesses tempos bicudos ...



Tudo que entra em uma casa ou em um corpo tem de sair, para não pesar. Se você come, seu organismo digere e assimila o alimento, mas também abre suas portas para que o inútil e o excesso saiam.
Da mesma forma, não deixe portas ou janelas da casa sempre fechadas. Bactérias, fungos adorariam. E as energias em decomposição também.
Nenhum 'fantasma' habita casas arejadas. 
Casas fechadas contribuem para prisão de ventre, irritação, pessimismo e ressentimentos. Intoxicam, desequilibram.
Sabia que as cores são facilitadoras e podem ajudar a recuperar o equilíbrio?
O que lhe irrita os nervos? Use azul ou verde-claro!
O que o faz ficar apático ou indeciso? Use vermelho, amarelo ou laranja!
O que a mantém fria, distante ou rígida? Que tal rosa?
Descubra a 'cor-remédio' restaurando sua harmonia ou do ambiente.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

DICA DE HOJE: ... em tempos bicudos ...


100 maneiras ...

3 - Medite simplesmente – 
Seja você um praticante avançado ou um novato, os benefícios são enormes e permitirão que você contate seu mais elevado estado de funcionamento consciente, se permanecer por tempo suficiente. 
É um ato que vai certamente aumentar a sua consciência e permitir-lhe atingir um maior foco, disciplina, e desenvolver uma conexão mais profunda e alegre com a vida.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

DICA DE HOJE: ... RESPIRANDO ...




Em lugar do medo, viva o amor; eles são polos opostos.
As pessoas geralmente acham que o amor e o ódio são opostos; isso é errado, eles não são. O amor e o ódio são a mesma energia.
O amor pode se tornar ódio, o ódio pode se tornar amor; eles são conversíveis. Então eles não são opostos, são complementares.

Na realidade nós amamos e nós odiamos a mesma pessoa: o amor e ódio estão sempre juntos. A oposição real é entre o amor e o medo. Eles nunca estão juntos; se você se tornar muito apegado ao medo, o amor desaparece.
O medo não pode ser convertido em amor; eles não são conversíveis.

Somente o amor torna alguém rico.
O medo aleija, paralisa, e quanto mais paralisado, mais medroso você se torna; então é um círculo vicioso. O amor lhe dá asas, ajuda-o a relaxar na vida, lhe dá coragem para experimentar a vida de maneiras diferentes. Permite-lhe todo o espectro da vida, é multidimensional.
É o arco-íris inteiro, todas as cores da vida.
Então a primeira coisa: abandone o medo e beba mais e mais amor, substitua o medo por amor.

E a segunda coisa: pense no céu, na vastidão; pense na liberdade, no infinito. Não pense em coisas pequenas, triviais.
O medo sempre pensa em coisas pequenas; o amor nunca pensa em coisas pequenas.
O amor está pronto para sacrificar tudo; o amor pensa somente no vasto.
É uma águia no vento, a procura do desconhecido.

terça-feira, 5 de abril de 2016

DICA DE HOJE: ... Burnout, quem é?? ...

Sabe aquela Dedicação intensificada, com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo), 'talvez', não vá lhe fazer bem ...

... e cá estamos ...

... no segundo dia ... do décimo nono ano do século vinte e um! Sejamos Felizes!